domingo, 13 de maio de 2012

Rocha e Minerais

Um mineral é um composto químico natural, bem cristalizado, formado por um elemento químico apenas (p.ex., enxofre, S) ou pela união de vários elementos (p.ex., gipsita, CaSO4.nH2O, sulfato de cálcio hidratado). A união de vários minerais dá origem às rochas, que podem ser, segundo seu modo de formação:
- ígneas ou magmáticas, como o granito e o basalto;
- metamórficas, como o xisto e a ardósia;
- sedimentares, como o arenito e o calcário.


Desde os tempos mais remotos utilizamos as rochas e minerais como ferramentas de transformação do meio ambiente. Entre estas formas de utilização, pode-se citar:
- materiais de contrução (pedras para alicerce, cimento e areia);
- ornamentação (jóias, granitos e mármores, pigmentos naturais);
- conforto (energia térmica, lamoterapia)

Desde os tempos mais remotos utilizamos as rochas e minerais como ferramentas de transformação do meio ambiente. Entre estas formas de utilização, pode-se citar:
- materiais de contrução (pedras para alicerce, cimento e areia);
- ornamentação (jóias, granitos e mármores, pigmentos naturais);
- conforto (energia térmica, lamoterapia)

Oque é a Paleontologia



A Paleontologia é o estudo de animais e vegetais, de um passado distante, que ficaram preservados em rochas sedimentares, sob circunstâncias especiais. Os vestígios orgânicos preservados, parcial ou totalmente, são chamados fósseis.



Um organismo pode ser preservado por inteiro, ou apenas parcialmente. Para que se torne um fóssil, é necessário que:
- ele seja rapidamente soterrado;
- mantenha-se em um ambiente sem oxigênio e sem animais necrófagos;
- e que haja um processo geológico de conservação, a fossilização.


Desde o surgimento da vida no planeta, há cerca de 3,5 bilhões de anos, até os dias atuais, a Paleontologia busca reconhecer, com base em um registro geralmente fragmentário, os organismos existentes nos diversos períodos geológicos de nosso planeta. Com isso, é possível entender os processos responsáveis pelo surgimento de algumas espécies, ou sua extinção.
 

sábado, 5 de maio de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

Noticia fóssil de um Tiranossauro rex chines


Desenho do que seria o Yutyrannus huali, o dinossauro com plumas
O evento é gratuito e aberto a todos os interessados
São Paulo - Está em cartaz até o dia 30 de maio, na Biblioteca Comunitária (BCo) daUniversidade Federal de São Carlos (UFSCar), a exposição "PaleoExpo 2012: dinossauros e outros seres pré-históricos".
A mostra foi organizada pelo Departamento de Ação Cultural da BCo, sob coordenação do professor Marcelo Adorna Fernandes, do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva (DEBE), que encontrou parte das peça em exposição.
O acervo da UFSCar conta com aproximadamente 2,7 mil peças e traz vestígios e fósseis de animais que viveram de 500 milhões a 10 mil anos atrás. Alguns objetos, como pegadas de dinossauros impressas na rocha, foram encontradas na região de São Carlos. A coleção também conta com fósseis de répteis aquáticos da região de Rio Claro.
Entre os destaques estão o esqueleto completo de um dinossauro predador brasileiro, o Abelissauro, com oito metros de comprimento e três metros de altura, e também o Anhanguera, um pterossauro do Ceará com cinco metros de envergadura.
O evento é gratuito e aberto a todos os interessados. As visitas podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8 às 22 horas, e aos sábados, das 8 às 14 horas.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

A historia proibida parte 9


A historia proibida parte 8


Especies de Dinossauros Brasileiros:


PRINCIPAIS ESPÉCIES DE DINOSSAUROS BRASILEIROS: 
Espinossauro (Spinosaurus aegipticus)
- Viveu há 100 milhões de anos atrás na região do atual estado do Ceará. Pesava, em média, 500 quilos e tinha aproximadamente 3 metros de comprimento.
Abelissauro (Abelisaurus comahuensis)
- Habitou a região dos atuais estados de Minas Gerais e São Paulo. Tinha, aproximadamente, 6 metros de comprimento. Era um dinossauro carnívoro e possuía semelhança física com o Tiranossauro rex. Chegava a ter quase 5 metros de altura.
Carnossauro 
- Habitou a região dos atuais estados de Mato Grosso, Paraíba e Bahia. Eram carnívoros e chegavam a medir cerca de 7 metros de comprimento.
Celurossauro
- Viveu na região do estado de São Paulo no período Jurássico. Carnívoro e bípede, este dinossauro era muito veloz. Chegavam a ter 3 metros de comprimento e possuíam cauda longa e pescoço flexível.
Estauricossauro (Staurikossaurus pricei)
- Habitou a região do Rio Grande do Sul. Carnívoro, media cerca de 2 metros de comprimento e pesava, aproximadamente, 50 quilos.
Iguanodonte
- Habitou a região do estado da Paraíba. Era um dinossauro muito grande, pois chegava a pesar até 5 toneladas. Tinha de 5 a 10 metros de comprimento e até 7 metros de altura.
Titanossauro (Titanosaurus indicus)

PRINCIPAIS ESPÉCIES DE DINOSSAUROS BRASILEIROS:

- Viveu há 100 milhões de anos atrás na região do atual estado do Ceará. Pesava, em média, 500 quilos e tinha aproximadamente 3 metros de comprimento.


                                             

Parassaurolofo


Parassaurolofo
    
    O Parassaurolofo cujo nome significa "paralelo ao Saurolofo", recebeu esse nome porque viveu no mesmo período que o dinossauro Saurolophus. Pertencia a família dos Hadrossauros. Viveu principalmente nos EUA e Canadá e foi descoberto por volta de 1900.
    Talvez tenha sido o mais exótico dentre os chamados "dinossauro bico de pato", devido a sua estranha crista em forma de um longo tubo ósseo, que começava nas narinas e se projetava por mais ou menos 1,6m além do crânio. Para alguns estudiosos, esse tubo era usados pelo animal para emitir som.
    Construindo um modelo da crista do Parassaurolofo, foi possível reproduzir o ruído que este dinossauro emitia e agora sabe-se que o que mais se ouvia nas florestas há 70 milhões de anos atrás, eram bramidos (som emitido pelos elefantes) profundos e vibrantes do Parassaurolofo, apelidado de "dinossauro trombeta". Esse som poderia ter sido uma forma de chamamento dos machos para o acasalamento, ou um aviso de perigo, quando um predador se aproximava.
    Primeiramente achou-se que estes dinossauros habitavam os pântanos e as terras alagadiças, e só se alimentavam de plantas aquáticas. Sua crista, neste caso serviria como um tubo de respiração. Mas essa teoria foi superada, pois a crista, ao contrário de um tubo de respiração, não possuía abertura na extremidade. Viveu há aproximadamente 66 milhões de anos.

Dados do Dinossauro:
Nome: Parassaurolofo
Nome Científico: Parasaurolophus walkeri
Época: Cretáceo
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 5 toneladas
Tamanho: 10 metros de comprimento
Alimentação: Herbívora

quarta-feira, 18 de abril de 2012


    O Torossauro cujo nome significa "lagarto touro" foi encontrado pelo famoso paleontólogo Othiniel Charles March, e podia atingir até 8 metros de comprimento, dos quais quase 3 eram só da cabeça, a qual é o maior crânio dentre os animais terrestres conhecidos. O escudo e os chifres eram ótimas armas de defesa contra predadores porém eram também utilizadas em batalhas entre machos na disputa de fêmeas, escudo o qual acredita-se que fosse ornamentado de colorido que serviria para seduzir fêmeas e aterrorizar possíveis adversários. Os músculos do pescoço do Torossauro eram extremamente forte para aquentar o peso da enorme cabeça e juntamente com eles os das patas dianteiras. Os Torossauros viviam em enormes manadas para se defenderem dos grandes predadores de sua época, como por exemplo o Tiranossauro rex, a manada e uniria e formaria um parede de escudos e chifres com os mais fracos (filhotes, velhos e doentes) no interior dela.

Dados do Dinossauro:
Nome: Torossauro
Nome Científico: Torosaurus latus
Época: Cretáceo, de 67 a 65 milhões de anos atrás
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 5 toneladas
Tamanho: 8 metros de comprimento
Alimentação: Herbívora

Dimetrodon
 
    O Dimetrodon não pode ser considerado como um dinossauro, ele faz parte de um grupo de répteis chamados pelicossáurios , que viveram antes dos dinossauros aparecerem na Terra durante o período Permiano há aproximadamente 250 milhões de anos atrás. O Dimetrodon foi um predador que dominou em sua época , provavelmente devido às vantagens que lhe proporcionava o seu grande leque dorsal , que orientado perpendicularmente ao sol devia demorar metade do tempo para se aquecer que outros de seu tamanho sem leque.
    Na imagem acima um Dimetrodon atacou e matou um Edaphosaurus, que possuía um leque semelhante ao do Dimetrodon, mas era herbívoro e um pouco menor.
Dados do Pelicossáurio:
Nome: Dimetrodon
Época: Permiano
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 250 quilos
Tamanho: 3 metros de comprimento e 1 de altura
Alimentação: Carnívora

Carnotauro


Carnotauro
 
    Era uma terópode de 3 metros altura que viveu na atual Patagônia. Tinha um focinho como o do buldogue e uma mordida não menos potente. Acima dos olhos tinha dois chifres parecidos com asas. Seu nome significa "touro carnívoro". Este animal é conhecido também pelos minúsculos e até ridículos braços, quando comparados ao tamanho total do corpo.

Dados do Dinossauro:
Nome: Carnotauro, que significa "touro carnívoro"
Nome Científico: Carnotaurus sastrei
Peso: Cerca de 250 kg
Tamanho: 3 metros de altura e 8 metros de comprimento
Alimentação: Carnivora

Estegossauro


Estegossauro
 
    O Estegossauro cujo nome significa "lagarto telhado" viveu há aproximadamente 200 milhões de anos atrás e recebeu esse nome porque pensava-se que suas placas ósseas protetoras eram dispostas como as telhas e um telhado. Hoje sabe-se que elas ficavam em pé ao longo da coluna vertebral, fixadas na pele duríssima e não no esqueleto. Há diversas teorias sobre a utilização dessas placas: como armadura ou talvez como reguladores térmicos, esquentando ou esfriando o corpo do Estegossauro conforme sua posição ao sol ou ao vento. Há também a possibilidade de estas placas terem sido usadas para a exibição, assim, quando um predador atacava ou um parceiro era encontrado, o Estegossauro bombeava sangue para as placas e elas tornavam-se mais vivas e vermelhas o que seduzia o parceiro ou amedrontava o atacante. O corpo desse animal era maciço e a cauda extremamente musculosa era a sua arma de ataque, já que contava com quatro espinhos ósseos de 50 centímetros a 1 metro de comprimento. O pescoço terminava numa cabeça absurdamente pequena, de apenas 40cm, comportando um cérebro do tamanho de uma noz. Quando o Estegossauro estava em perigo, curvava a cabeça para baixo, protegendo-a com sua nuca repleta de placas e ao mesmo tempo aplicava fortes golpes laterais com a cauda. Várias espécies de Estegossauro viveram na América do Norte. Alguns eram mais primitivos e tinham as placas menores e mais pontiagudas.

Dados do Dinossauro:
Nome: Estegossauro
Nome Científico: Stegosaurus armatus
Época: Jurássico
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 6 toneladas
Tamanho: 12 metros de comprimento e 4 de altura
Alimentação: Herbívora

A historia proibida parte 7


A historia proibida parte 6


A historia proibida parte 5


A historia proibida parte 4


A historia proibida parte 3


A historia proibida parte 2


A hestoria proibida parte 1